Meninos e Meninas
Legião Urbana
Quero me encontrar, mas não sei onde estou
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita
Tenho quase certeza que eu não sou daqui
Acho que gosto de São Paulo
Gosto de São João
Gosto de São Francisco e São Sebastião
E eu gosto de meninos e meninas
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente
Estou cansado de bater e ninguém abrir
Você me deixou sentindo tanto frio
Não sei mais o que dizer
Te fiz comida, velei teu sono
Fui teu amigo, te levei comigo
E me diz: pra mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom
Não é a vida como está, e sim as coisas como são
Você não quis tentar me ajudar
Então, a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado
Acho que o imperfeito não participa do passado
Troco as pessoas
Troco os pronomes
Preciso de oxigênio, preciso ter amigos
Preciso ter dinheiro, preciso de carinho
Acho que te amava, agora acho que te odeio
São tudo pequenas coisas e tudo deve passar
Acho que gosto de São Paulo
E gosto de São João
Gosto de São Francisco e São Sebastião
E eu gosto de meninos e meninas
talvez boneca, as vezes palhaça e principalmente ponto de interrogação
quinta-feira, 27 de maio de 2010
As coisa andam confusas, sinto uma vontade enorme dentro de mim que pede para mudar, escolher, decidir, esquecer, mudar, deixar, lembrar, imaginar, mudar.
Temo em fazer isso,infelizmente, me preocupo com o que pensam sobre mim, tenho medo de certa forma.
Tinha a certeza de que isso não era problema para mim, estava sempre tão segura das minhas ideias e opiniões, que acabei por me deixar ser assim: sempre certa, mesmo sabendo que estava errada, acabei por deixar me "auto-inventar". Como um personagem, sob o qual me moldei. Um personagem sem muitas histórias. Um coadjuvante apenas, quase um figurante. Mais um. Aquele lá. Um personagem do tipo que quer que todos o reconheçam, mas mal sabe as suas falas, não se destaca, pior, não sabe como fazer isso.
Cansei de ser assim, chega, tá bom, vamos começar tudo de novo.
Mas antes como terminar?
Como mudar? Como deixar de ser a menininha "exemplo e queridinha", aquela que sempre foi e sempre será certinha, comportada, cabeça no lugar?
Imagino que algumas pessoas acham que sou "perfeita" e não erro, esquecem ou não sabem que sou humana, que sou normal e posso cometer erros como qualquer outra pessoa.
Seria bom se pudéssemos ser como quiséssemos, mas sem ser assim, de maneira 'forçada', que apenas acontece e é, ponto.
Temo em fazer isso,
Tinha a certeza de que isso não era problema para mim, estava sempre tão segura das minhas ideias e opiniões, que acabei por me deixar ser assim: sempre certa, mesmo sabendo que estava errada, acabei por deixar me "auto-inventar". Como um personagem, sob o qual me moldei. Um personagem sem muitas histórias. Um coadjuvante apenas, quase um figurante. Mais um. Aquele lá. Um personagem do tipo que quer que todos o reconheçam, mas mal sabe as suas falas, não se destaca, pior, não sabe como fazer isso.
Cansei de ser assim, chega, tá bom, vamos começar tudo de novo.
Mas antes como terminar?
Como mudar? Como deixar de ser a menininha "exemplo e queridinha", aquela que sempre foi e sempre será certinha, comportada, cabeça no lugar?
Imagino que algumas pessoas acham que sou "perfeita" e não erro, esquecem ou não sabem que sou humana, que sou normal e posso cometer erros como qualquer outra pessoa.
Seria bom se pudéssemos ser como quiséssemos, mas sem ser assim, de maneira 'forçada', que apenas acontece e é, ponto.
sem mais. cansei disso.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Como se seus olhos dissessem que ama, eu te olho e digo, eu também te amo.
Você não entende, me vejo corando e virando o rosto. Você abaixa a cabeça e pensa que eu nunca iria pensar em você como você pensa em mim. E meus olhos continuam a gritar e fazer qualquer coisa para que você note a chama que nele brota ao te ver. Eu novamente viro o rosto procurando um vestígio de amor em você, mas você já estava de costas, partindo, conversando com outra mulher. Sinto me mal, culpo-me por cada vez que tive a oportunidade de lhe dizer algo e não disse por medo, culpo-me pelo longo tempo que amei a pessoa errada sem ao menos perceber quem estava perto de mim, culpo-me por te amar e não poder saber se te farei bem ou mal.
Então olho novamente para frente, e lá estava ele, com o sorriso mais encantador que já vi na vida, me olhando com ternura e total sinceridade, e me diz um belo bom dia. Mesmo querendo ter escutado outras palavras, aquelas que te fazem arrepiar e te deixam com um sorriso de orelha a orelha, eu apenas sorrio digo olá e me viro, e espero o tempo dizer qual será o desenrolar dessa maluca história de amor.
Andresa Vidal Branco
Fiquei uns dias sem passar por aqui, pensando no que poderia escrever e também porque não estava sem tempo. Algumas mudanças estão sendo preparadas e apartir dessa semana teremos aqui a participação de duas amigas minhas: Andresa Vidal e Dany 10, elas estaram contribuindo nos posts e demais modificações que poderão ocorrer, uma vez na semana terá um texto feito por uma delas, nesta semana é a vez da Andresa, semana que vem começa a Dany. beijinhos té mais ^^
Constatações que constatei
Tenho tantas ideias para colocar no papel, mas antes mesmo que tenha a ideia completa, pronta, formada, me vem outra, totalmente diferente e oposta à antiga ideia. São nesses devaneios que me perco em pensamentos e não sei onde estou e o que faço.
As pessoas são indecisas, elas nunca sabem o que realmente querem e por isso, acabam tomando a decisão que, muitas vezes, não é a melhor, o pior é que essas decisões interferem na vida de outras pessoas.
As vezes o problema não é o que foi dito e sim o que NÃO foi dito, ou também um sim ou um silencio no lugar de um não.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Quero um dia poder dizer que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!
(Essa frase está no meu eterno e inacabado Livro da Vida, (Projeto Adolescente Aprendiz-2009), gostei dela, simples e faz/fez sentido pra mim.Ana Brito
sexta-feira, 7 de maio de 2010
ai ai como é absurdo como as modinhas tomam conta geral da nação.
estava lendo umas coisas por ai e vi que realmente faz sentido e é real, agora Geração Crepúsculo (como dizem) é o que há!, coloridos, colírios, capricho, crepúsculo virou febre, todo mundo curte, todo mundo tem, todo mundo lê, todo mundo gosta, nossa que coisa chata,
estava lendo umas coisas por ai e vi que realmente faz sentido e é real, agora Geração Crepúsculo (como dizem) é o que há!, coloridos, colírios, capricho, crepúsculo virou febre, todo mundo curte, todo mundo tem, todo mundo lê, todo mundo gosta, nossa que coisa chata,
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Ontem fui na biblioteca aqui do bairro, não podemos dizer que é muito boa, mas é legal, gosto de ficar lá.
Foi lá que passei várias tardes quando tinha uns 11/12 anos mais ou menos, foi lá que aprendi como é bom ler, que percebi o quanto aprendemos com um livro, que viajei nas mais emocionantes histórias de aventura, era como se eu estivesse lá, na cena, junto com os personagens, sentia que era vizinha dos Meninos da Rua Quinze, que conhecia a Pimpa que estava Sozinha no Mundo, e tantos outros personagens que marcaram minha infância e inicio da minha adolescência, passava o dia todo lendo, lia até tarde da noite, quando começava não conseguia parar de ler, era tão bom.
Mas ontem quando estava lendo um livro de crônicas e pequenas histórias na biblioteca (já tinha perdido a 1ª aula do técnico), uma menina chegou, pegou um livro na sessão de livros estrengeiros, exoterismo, livros que são mais díficeis, complexos, a menina tinha 13 anos, sentou na mesa, na minha frente, ela estava com Brida, de Paulo Coelho, folheou algumas páginas e começou a ler, parecia que não estava muito empolgada com a história, levantou e pegou outro livro, na mesma prateleira do outro, continuou sua leitura, ainda sem muito interesse, depois de um tempo eu perguntei se ela já tinha lido os livros da outra prateleira , a mesma que estavam meus antigos amigos do mundo das letras, aquelesque me levaram pra conhecer tantos lugares e me ensinaram a imaginar, ela disse que não de um jeito sem graça, sugeri que ela lesse Sozinha no Mundo, contei uma parte da história, ela sorriu, peguei o livro e entreguei a ela, os olhos da menina mostraram curiosidade e enteresse, começou a ler, sorrindo, três menininhos, de uns 8 anos, que estavam com ela, também gostaram da ideia e foram até a mesma estante, deixando de lado os gibis que folheavam e pegaram uns livros, me senti feliz por ter ajudado aquela menina.
Algum tempo depois tive que ir, tinha que entrar na próxima aula, peguei o livro que eu estava lendo, a bibliotecaria marcou no computador, dei um "tchau" com um sorriso para a menina, ela sorriu de volta, saí, estava feliz, como se tivesse sido útil para ela. Pensei nisso o resto do dia, me fez bem, espero que tenha feito bem pra ela também.
Foi lá que passei várias tardes quando tinha uns 11/12 anos mais ou menos, foi lá que aprendi como é bom ler, que percebi o quanto aprendemos com um livro, que viajei nas mais emocionantes histórias de aventura, era como se eu estivesse lá, na cena, junto com os personagens, sentia que era vizinha dos Meninos da Rua Quinze, que conhecia a Pimpa que estava Sozinha no Mundo, e tantos outros personagens que marcaram minha infância e inicio da minha adolescência, passava o dia todo lendo, lia até tarde da noite, quando começava não conseguia parar de ler, era tão bom.
Mas ontem quando estava lendo um livro de crônicas e pequenas histórias na biblioteca (já tinha perdido a 1ª aula do técnico), uma menina chegou, pegou um livro na sessão de livros estrengeiros, exoterismo, livros que são mais díficeis, complexos, a menina tinha 13 anos, sentou na mesa, na minha frente, ela estava com Brida, de Paulo Coelho, folheou algumas páginas e começou a ler, parecia que não estava muito empolgada com a história, levantou e pegou outro livro, na mesma prateleira do outro, continuou sua leitura, ainda sem muito interesse, depois de um tempo eu perguntei se ela já tinha lido os livros da outra prateleira , a mesma que estavam meus antigos amigos do mundo das letras, aquelesque me levaram pra conhecer tantos lugares e me ensinaram a imaginar, ela disse que não de um jeito sem graça, sugeri que ela lesse Sozinha no Mundo, contei uma parte da história, ela sorriu, peguei o livro e entreguei a ela, os olhos da menina mostraram curiosidade e enteresse, começou a ler, sorrindo, três menininhos, de uns 8 anos, que estavam com ela, também gostaram da ideia e foram até a mesma estante, deixando de lado os gibis que folheavam e pegaram uns livros, me senti feliz por ter ajudado aquela menina.
Algum tempo depois tive que ir, tinha que entrar na próxima aula, peguei o livro que eu estava lendo, a bibliotecaria marcou no computador, dei um "tchau" com um sorriso para a menina, ela sorriu de volta, saí, estava feliz, como se tivesse sido útil para ela. Pensei nisso o resto do dia, me fez bem, espero que tenha feito bem pra ela também.
"Foi assim que, devagarinho, me habituei com essa troca tão gostosa que -no meu jeito de ver as coisas- é a troca da própreia vida: quanto mais eu buscava num livro, mais ele me dava"Lygia Bojunga Nunes
Amigos, Saudades!
Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das
descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e
momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos
finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não
tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos
encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar
cada vez mais raro. Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus
de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo.....
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que
pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todosos meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
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Poemas
A algum tempo atrás essa música fez muito sentido pra mim, era como se contasse uma parte de mim, uma parte da história que eu estava vivendo ou que pensei que estivesse. Foi bom.
Assinado Eu Tiê Já faz um tempo Que eu queria te escrever um som Passado o passado, Acho que eu mesma esqueci o tom Mas sinto que Eu te devo sempre alguma explicação. Parece inaceitável a minha decisão. Eu sei. Da primeira vez, Quem sugeriu, Eu sei, eu sei, fui eu. Da segunda Quem fingiu que não estava ali, Também fui eu. Mas em toda a história, É nossa obrigação saber seguir em frente, Seja lá qual direção. Eu sei. Tanta afinidade assim, eu sei que só pode ser bom. Mas se é contrário, É ruim, pesado E eu não acho bom. Eu fico esperando o dia que você Me aceite como amiga, Ainda vou te convencer. Eu sei. E te peço, Me perdoa, Me desculpa que eu não fui sua namorada, Pois fiquei atordoada, Faltou o ar, Faltou o ar. Me despeço dessa história E concluo: a gente segue a direção Que o nosso próprio coração mandar, E foi pra lá, e foi pra lá. E te peço, Me perdoa, Me desculpa que eu não fui sua namorada, Pois fiquei atordoada de amor Faltou o ar, Faltou o ar. Me despeço dessa história E concluo: a gente segue a direção Que o nosso próprio coração mandar, E foi pra lá, e foi pra lá, e foi pra lá.
domingo, 2 de maio de 2010
mais um domingo de sol e eu aqui, no meu quarto, ouvindo música e os gritos por causa de jogo dos vizinhos (acho que eles não batem muito bem :s).
Esses dois dias tediosos, chatos que só servem pra nos iludir e etc., até que estão sendo bons dessa vez, cinema ontem (Alice até que é bom, talvez eu estive esperando mais, mas valeu), dia simpático hoje, sem muitas coisas emocionantes acontecendo mas tudo bem.
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