talvez boneca, as vezes palhaça e principalmente ponto de interrogação
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Mensagem de rascunho - 26/09/11
É triste estar só, querer estar e sentir-se só, e não conseguir.
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acontece,
passado,
puro rascunho
domingo, 16 de dezembro de 2012
Mensagem de rascunho - 15/04/12
Sabe o que dói? Você ouvir uma música e pensar, quase com certeza, que você já teve alguém pra quem pudesse dizer: "quero ficar só com você"
sábado, 15 de dezembro de 2012
Mensagem de rascunho - 19/10/2012
Por onde vc anda? O q está fazendo? Como vc tá afinal de contas? O q houve? Como está se sentindo? Sabe q vc foi e é importante pra mim? Que eu preciso de vc aqui? Sabe como eu queria q vc estivesse aqui? Por favor não esquece de mim, vem ao menos me dizer um oi, e que está tudo bem.
(com palavras abreviadas, assim como no sms)
(com palavras abreviadas, assim como no sms)
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
21/10/12 - 2h03
E se meus pedidos se realizassem, se voltássemos, se recomeçássemos ou iniciássemos tudo, como uma primeira e inédita vez, seria como foi?
Se fossemos apresentados, um ao outro, hoje ou ontem, não importa, mas que fosse noutro senão aquele, será que não seriamos diferentes hoje?
Talvez nem nos conhecêssemos, afinal estivemos em muitos lugares porque o outro estaria. E se não nos conhecêssemos eu seria e estaria num momento diferente, é capaz que você também, não acha?
Mas a gente se conheceu, nos olhamos, não lembro se apresentados por alguém, se em algum corredor ou numa foto, mas a gente se conheceu.
Será que nos conhecemos o suficiente? Será que três perguntas e algumas poucas horas de conversa online é o suficiente?
Quero, ainda, saber detalhes sobre você, seus amigos, família, sobre você, não interessa se nos veremos ou não, seu questionário está incompleto e seu cadastro pendente.
(Não me recordo se há alguém completo nos meu arquivos.)
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Falta-me bom senso e sobra-me Facebook
Acabei de ler o que queria escrever, foram duas linhas apenas, sobre refugiar-se num blog que tem seguidores, aqui são poucos, não intimidam tanto, não me preocupa contar coisas, pensamentos e ideias minhas aqui, mesmo com a possibilidade de alguém ler, não ligo para isso, lendo ou não, escreverei o que me vier a mente.
Há tanto não escrevo, não leio, meu mundo na internet está resumido ao Facebook, ir a uma ou outra página através de um link no Facebook e só, fico até um tanto - completamente - perdida em relação a outras coisas, o enorme mundo que tenho acesso sumiu, perdi o caminho e a vontade de perguntar para encontrá-lo, percebi que isso está me atrapalhando, na faculdade, na vida, apesar de passar o maior tempo possível conectada, não sei o que há, não vi, não li, não soube nada além da mancheta dos artigos mais populares, no máximo.
Uma menininha, de uns 10 anos, perguntou-me por quê eu tenho tantos amigos no Facebook e se conheço/falo com todos eles, é, são muitos, mais de 1000. Não souber respondê-la. Dei uma desculpa como "é porque conheço muita gente de escola, comunidade, 'futuros contatos profissionais', você quando tiver minha idade também terá muuuitos amigos na rede social".
Não gostei disso, poxa, tenho tanta gente que nem lembro de onde é, talvez conheça só por estar marcado numa ou outra foto comigo, só. Chego quase meia-noite em casa e sempre vou pro computador, Facebook é a primeira página que abro, e assim também é na faculdade, como vou direto do trabalho, estou no laboratório quase 1h antes da aula, mesmo que tenha trabalho pra fazer, pesquisas e notícias pra ler, eu estou no Facebook.
Preciso dar um basta nisso, não posso ficar tão escrava de um site, mesmo que nele eu tenha acesso ao mundo e a milhares de amigos e ideias diferentes, poxa, que legal tudo isso, mas tudo que faço no Facebook posso fazer fora dele, e de maneira beeeem melhor, dedicação a uma atividade de cada vez é o que preciso, e estar conectada à rede que já citei tanto não está me ajudando.
Estou submissa à "conexão", preciso ver as dezenas de atualizações no meu perfil, torcer para que haja - mais uma - solicitação de amizade e mensagens inbox, preciso ver as publicações mais populares e as mais recentes, mesmo que eu não comente, curta ou compartilhe o que vi, mesmo que não veja o perfil dos meus amigos reais para saber como estão e mande uma mensagem, mesmo que eu saiba que determinada pessoa está online e que preciso falar com ela de maneira mais séria e mesmo assim não mandarei sequer um 'oi', mesmo que eu veja no calendário de eventos da semana os vários aniversariantes e não mande um mísero parabéns. É inútil essa minha necessidade de estar... estar... estar o quê mesmo?
Ora, se não estou com meus amigos, se não publico, se não sou sempre marcada nas fotos de lugares diferentes, minha necessidade dever ser de apenas ser mais um número, mais um cadastro que verá publicidade gratuita, que terá acesso e fará parte da maior rede social do mundo. Sou uma pessoa que acha estranho (no mínimo) não ter um perfil no Facebook e por isso continuará escrava de sua própria vontade.
São 2h36, preciso acordar às 7h, preciso dormir, escrever e ler, preciso de vida social e me dar limites.
Há tanto não escrevo, não leio, meu mundo na internet está resumido ao Facebook, ir a uma ou outra página através de um link no Facebook e só, fico até um tanto - completamente - perdida em relação a outras coisas, o enorme mundo que tenho acesso sumiu, perdi o caminho e a vontade de perguntar para encontrá-lo, percebi que isso está me atrapalhando, na faculdade, na vida, apesar de passar o maior tempo possível conectada, não sei o que há, não vi, não li, não soube nada além da mancheta dos artigos mais populares, no máximo.
Uma menininha, de uns 10 anos, perguntou-me por quê eu tenho tantos amigos no Facebook e se conheço/falo com todos eles, é, são muitos, mais de 1000. Não souber respondê-la. Dei uma desculpa como "é porque conheço muita gente de escola, comunidade, 'futuros contatos profissionais', você quando tiver minha idade também terá muuuitos amigos na rede social".
Não gostei disso, poxa, tenho tanta gente que nem lembro de onde é, talvez conheça só por estar marcado numa ou outra foto comigo, só. Chego quase meia-noite em casa e sempre vou pro computador, Facebook é a primeira página que abro, e assim também é na faculdade, como vou direto do trabalho, estou no laboratório quase 1h antes da aula, mesmo que tenha trabalho pra fazer, pesquisas e notícias pra ler, eu estou no Facebook.
Preciso dar um basta nisso, não posso ficar tão escrava de um site, mesmo que nele eu tenha acesso ao mundo e a milhares de amigos e ideias diferentes, poxa, que legal tudo isso, mas tudo que faço no Facebook posso fazer fora dele, e de maneira beeeem melhor, dedicação a uma atividade de cada vez é o que preciso, e estar conectada à rede que já citei tanto não está me ajudando.
Estou submissa à "conexão", preciso ver as dezenas de atualizações no meu perfil, torcer para que haja - mais uma - solicitação de amizade e mensagens inbox, preciso ver as publicações mais populares e as mais recentes, mesmo que eu não comente, curta ou compartilhe o que vi, mesmo que não veja o perfil dos meus amigos reais para saber como estão e mande uma mensagem, mesmo que eu saiba que determinada pessoa está online e que preciso falar com ela de maneira mais séria e mesmo assim não mandarei sequer um 'oi', mesmo que eu veja no calendário de eventos da semana os vários aniversariantes e não mande um mísero parabéns. É inútil essa minha necessidade de estar... estar... estar o quê mesmo?
Ora, se não estou com meus amigos, se não publico, se não sou sempre marcada nas fotos de lugares diferentes, minha necessidade dever ser de apenas ser mais um número, mais um cadastro que verá publicidade gratuita, que terá acesso e fará parte da maior rede social do mundo. Sou uma pessoa que acha estranho (no mínimo) não ter um perfil no Facebook e por isso continuará escrava de sua própria vontade.
São 2h36, preciso acordar às 7h, preciso dormir, escrever e ler, preciso de vida social e me dar limites.
domingo, 2 de setembro de 2012
Ansiedade, angustia e, talvez, agonia.
38 horas, na verdade 37 horas e 9 minutos para uma conversa, talvez a mais esperada por minha parte. Ele virá aqui, vamos conversar sobre... sobre o quê mesmo?, sobre nada e sobre tudo talvez, mostrarei o caderno amassado escrito completamente com canetas coloridas e recheado de erros ortográficos de uma menina que já se achava madura o suficiente aos 15 anos, cheio de erros de vida, e quem sabe, alguns acertos também, com rascunhos, comentários, segredos, enfim, com o que marcou minha história, só a minha história com certeza, e história com H, porque, mesmo que não pareça, foi real, são lembranças do que, talvez, não aconteceu, percepções que só eu tive, que senti, que imaginei e acreditei serem verdadeiras. Estou profundamente ansiosa, aguardo cada minuto que se passa, contando os instantes que parecem infinitos e estão para acabar, são meses, quase anos de espera, de angustia por não poder deduzir com garantia a reação que verei ao fim das páginas do caderno, não posso dizer se verei sorrisos, gargalhas ou lágrimas, se as palavras escritas erradas o farão perder o fio da meada ou se passarão despercebidos, apenas espero, conto, respiro, sonho e imago. Agora faltam 37 horas.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Objetivos do dia:
Re-escrever meu perfil, o que está escrito ali já não condiz com a realidade, a foto também precisa ser trocada.
Ler umas 80 páginas de textos de Cultura Brasileira até às 16h30 para fazer a prova de exame na faculdade hoje haha (não lerei as 80 páginas, só umas 30 já tá bom ;))
Ir muito bem na prova (yn)
Eis o perfil antigo:
Francielly Melo
Diadema, São Paulo, Brazil Ela é de Diadema (com orgulho),tem 17 anos, estuda, sempre arranja um tempinho pra ler, ouvir boa música, sonhar, viajar nas ideias e escrever sobre elas num caderno e quando crescer quer trabalhar num grande jornal.é aluna de dança, já tentou violão, é melhor apreciadora de arte do que artista. gosta de letras e palavras. refere-se em 3ª pessoa constantemente.
Re-escrever meu perfil, o que está escrito ali já não condiz com a realidade, a foto também precisa ser trocada.
Ler umas 80 páginas de textos de Cultura Brasileira até às 16h30 para fazer a prova de exame na faculdade hoje haha (não lerei as 80 páginas, só umas 30 já tá bom ;))
Ir muito bem na prova (yn)
Eis o perfil antigo:
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Sabe, preciso de uma repaginada, neste blog, na minha vida, preciso decidir e firmar opiniões, objetivos, ações, sinto a necessidade de ser EU com maior convicção, mas também sei que estou mais perto disso, do meu encontro pessoal. Não ligo mais pra opinião dos outros como ligava há alguns anos, não me importo em não estar de acordo com os padrões de beleza. Ora, sou assim, uma Fran que atrai as pessoas, que as cativa e as encanta, que ri e gargalha, que não é tão elegante ou phyna, que age naturalmente na medida do possível, que tem cabelos cacheados e desarrumados, está sempre de jeans e all star, que não liga sempre para suas unhas curtas e sem cor, que é anti cultura popularesca e que usa termos recém aprendidos. Prazer, acabo de me encontrar, favor desconsiderar "a necessidade de ser EU".
segunda-feira, 14 de maio de 2012
O tempo foi passando e blá blá blá
Há tanto eu queria escrever, tanto eu queria dizer, mas o tempo foi passando, fatos importantes foram substituídos por outros mais marcantes e as letras que deveriam ter sido gravadas logo foram embora.
Li agora, hoje, meses depois do meu aniversário, todas as mensagens enviadas à mim quando fiz 18 anos é já foi, há quase 4 meses. Eu não gosto de mandar parabéns por redes sociais, acho que vale muito um abraço e algumas palavras sinceras e amigas ditas com carinho, mas pessoas que eu imaginava que nunca me escreveriam algo me escreveram naquele dia, ok, foi um simples "parabéns :)" mas foi interessante - no sentido agradável da minha definição - ler aquilo, sinceramente, gostei. Já outras pessoas, que eu considerava muito ou considero, nem se quer mandaram qualquer coisa, nem por inbox ou pessoalmente quando me viram. Mas eu faço isso, eu não escrevo para as pessoas mais próximas à mim, dos meus amigos e amigas poucos são os que recebem felicitações e desejos de tudo de bom no dia do aniversário. Preciso melhorar isso, mas tanta gente bacana e que eu gosto muito já fez aniversário esse ano, nesta semana, e eu não mandei nada à elas.
Recebi também diversas mensagens, curtidas e comentários de pessoas me dando parabéns por ter conseguido bolsa na faculdade (é eu consegui bolsa na facul, estou cursando Jornalismo, mas isso é assunto para outro paragrafo) a principio, apesar de estar adorando ver um monte de gente feliz por mim, não achei que era necessário tantos elogios, mas logo mudei de ideia e comecei a perceber que aqueles comentários seriam fundamentais pra mim, para que eu não desistisse e desse valor ao que estava recebendo. Estamos começando o 2º bimestre e as minhas notas do 1º não foram nada plausíveis, nada além de medíocres, nem medianas chegaram a ser. Pior que eu tenho a consciência de que se eu não estudar e recuperar a nota de 4 de 6 matérias, até o final do mês eu corro o risco de perder a bolsa, e se isso acontecer, eu perco a faculdade e o meu desejo de ser jornalista, e ainda assim não uso meus dias puramente ociosos para estudar. Preciso melhorar isso.
A faculdade é um outro universo, lá sou completamente independente para conseguir alguma e dependo totalmente de outros para me manter ali, sou bolsista, não tenho regalias, tenho que seguir as "regras" e "exemplos" da instituição a risca, apesar de ser como boa parte dos alunos de lá, não posso me dar ao luxo de me sentir como um deles, tenho que garantir minha bolsa pelos 4 anos do curso. Tenho que estudar muito, para dar valor ao que me desejaram, ao dinheiro que meu pai consegue trabalhando na rua e me dá para carregar os cartões de ônibus, metrô e trólebus para que eu vá para a faculdade. Acho que minha mãe nunca entrou numa faculdade, nem pra 'passear'. Tenho que fazer jus ao que eu sei e penso, meus pais não chegaram aonde eu estou, meus irmãos conseguiram, estão formados, não nas melhores faculdades e talvez nem no curso que eles mais queriam, mas sim, são formados, graduados, eu sei que houveram motivos para que meus pais parassem de estudar e não se interessassem por voltar e concluir o ensino médio depois de alguns anos, motivos que eu jamais vou entender. O pessoal aqui de casa até que me apoia, não estou trabalhando mesmo precisando de grana e não ter, nem a graça de pedir, e como sempre, não faço as coisas que deveria fazer em casa. Preciso absurdamente melhorar isso, sei que devo me organizar, estudar e cuidar da casa e do meu quarto pelo menos.
A cada dia desejo mais ter a certeza de que escolhi o curso certo, a faculdade não é a dos meus sonhos, mas é muito boa, e na verdade eu nem tentei onde eu mais almejava, estudo na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, é no metrô Vila Mariana, a 1h20min mais ou menos de casa, entro às 19h, saio daqui às 18h, chego de volta quase meia-noite. Preciso melhorar isso.
É triste admitir mas continuo orgulhosa, muito orgulhosa, não sei se mais ou menos do que era há uns dois anos, espero que seja menos. Tenho orgulho, mas sei que é só aparente, continuo tendo uma 'imagem' pré montada de mim, triste mas é a real. Continuo me dando um estereotipo que devo seguir, mas esse modelo não é imposto por ninguém, só por mim mesma. Preciso melhorar isso? Sim, preciso me achar finalmente, formar minha identidade, o 'quem sou eu?', mas como? Será que isso já não está formado?, que esse Ser orgulhoso e - eternamente - confuso é a minha marca e a minha identidade? Ora, vez ou outra um ataque de existência pode fazer bem, pode. Mesmo assim, preciso melhor isso.
O caderno com a capa cor de rosa chegou ao fim, escrevi na última página há algumas semanas. Mas escrevi mais, nos versos em branco de páginas rabiscadas, foi interessantíssimo reler algumas daquelas minhas histórias - o meu lado dos fatos -, a descrição, percepção e ilusão em cima de tudo. Com isso eu percebi que mudei um pouco, não sou mais a mesma garotinha de 14 anos, que não dava o braço a torcer para viver uma paixão adolescente, eu deveria ter aproveitado mais aquela fase, muita coisa teria sido diferente. Deixei de ser a menininha mas ainda não digo com certeza que me tornei uma mulher dona de si. É impossível ter responsabilidades de adulto, viver e agir como um se você continua com a mesma vidinha de quando era adolescente - no meu caso até ano passado.
Preciso um dia acordar e ver que eu cresci, sou 'gente grande' e tenho responsabilidades, tenho que formar uma carreira nos próximos anos e depois pensar em ter uma família, tenho pais que logo precisaram mais da minha atenção e que o mundo - definitivamente - não é o mundo cor de rosa que minha irmã tanto fala que eu imagino. Eu sei de tudo isso, só me falta um empurrão para colocar tudo em prática, confesso que tenho um pouco de medo do que será esse empurrão que necessito tanto. Preciso pensar em como me melhorarei no futuro.
Não estou apaixonada, não de novo, tenho medo de que ainda esteja amando, que aquela paixão adolescente citada há dois parágrafos não tenha acabado como eu disse tantas vezes. Não tenho conclusão, um fato formado sobre isso e esse post não é para este tema exatamente.
Eu precisava escrever, mesmo não sabendo onde postar, se naquele primeiro blog abandonado e que ninguém lê ou se aqui, onde duas dúzias de pessoas podem se quiserem, só se quiserem ler, e mais centenas de pessoas podem chegar a este texto através do Caso Encerrado.
Sem revisão, mais pontos ou virgulas, vou é clicar em publicar aqui mesmo, e ver no que dá, já perdi o ritmo do texto quando lembrei de paixões, então as fotos que eu poderia por e os outros capítulos bem resumidos da minha história que eu poderia por aqui já se perderam nos toquezinhos do teclado, são 2h15 da manhã de uma segunda-feira, estou com sono mesmo sabendo que vou demorar um pouco pra conseguir dormir, e se eu preciso tanto melhorar algumas várias coisas não posso vacilar em ficar a madrugada escrevendo sobre o que já passou e querendo muito conversar com um amigo que não está on-line ao meu dispor.
Sem revisão, mais pontos ou virgulas, vou é clicar em publicar aqui mesmo, e ver no que dá, já perdi o ritmo do texto quando lembrei de paixões, então as fotos que eu poderia por e os outros capítulos bem resumidos da minha história que eu poderia por aqui já se perderam nos toquezinhos do teclado, são 2h15 da manhã de uma segunda-feira, estou com sono mesmo sabendo que vou demorar um pouco pra conseguir dormir, e se eu preciso tanto melhorar algumas várias coisas não posso vacilar em ficar a madrugada escrevendo sobre o que já passou e querendo muito conversar com um amigo que não está on-line ao meu dispor.
quarta-feira, 14 de março de 2012
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